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Durante os anos 1950 e 1960 foram fabricadas 1 126 modelos G12 pela EMD, GMD e suas representantes Clyde Engeneering, HoHAB e Henschel. São consideradas máquinas de baixo custo inicial e simplificadas para terem custo operacional razoavelmente baixo para padrões da época. Usavam o motor 12-567C e foram fabricads em rodagem B-B, A1A-A1A e até C-C, com ou sem freio dinâmico. Havia opções de truques Flexicoil ou Bloomberg. Tornou-se uma das máquinas mais bem sucedidas de exportação de todos os tempos, estando presente nos cinco continentes.
O Brasil adquiriu 269 unidades nas 5 fases:
A G12 fase I é a mais conhecida, tem bitola métrica cabine arredondada, freio dinâmico e numberboard em caixa separada do farol, eram originarias da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, Estrada de Ferro Vitória a Minas e RFFSA.
A G12 fase II é a A-1-A tem as mesmas características da fase I a não ser pelos truques A-1-A e pela ausência de freio dinâmico, estas G12 eram originalmente da RFFSA-VFRGS.
As G12 Fase III são as de bitola larga (1.600mm), da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, elas tem o freio dinâmico maior que as outras G12 (cabeça de saúva), são as únicas G12 em bitola larga no Brasil.
As G12 fase IV possuem cabine arredondada. A diferença esta no nariz, na caixa do farol e dos numberboard, que são a mesma peça "nariz envolvente" e também possuem freio dinâmico.
As fase V são as popularmente chamadas de "G12 cabine espartana" pois a cabine da mesma tem o teto quadrado e as janelas vão ate o teto ao contrario das outras fases, esta também tem nariz envolvente assim como na fase IV e freio dinâmico.
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